Uma torcedora do Corinthians morreu atropelada pelo ônibus que levava o elenco do clube paulista na madrugada desta quarta-feira. Amanda Ferraz Geremias, de 21 anos, e mais três amigas estavam na festa de comemoração ao Centenário do Corinthians, no Vale do Anhangabaú.
Quando os jogadores do clube deixavam o local no ônibus oficial do Corinthians, por volta da 1h20, houve um grande tumulto e, segundo testemunhas, a vítima escorregou e caiu embaixo do pneu traseiro do veículo.
Uma viatura do socorro prontamente atendeu Amanda e a levou para a Santa Casa de Misericórdia. Entretanto, a torcedora não resistiu aos ferimentos e morreu.
Um boletim de ocorrência foi lavrado no 1º DP e, devido a depoimentos de testemunhas, foi classificado como homicídio culposo, considerado sem intenção de morte, segundo a Secretaria de Segurança Pública.
A assessoria de imprensa do Corinthians informou que o clube ainda apura o fato e em breve se posicionará oficialmente.
Além deste fato, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo não registrou nenhuma outra ocorrência no evento.
O futuro chegou: EUA aprovam venda de "carro voador" por R$ 350 mil
A FAA (Federal Aviation Administration), agência do governo dos Estados Unidos que regulamenta a aviação civil no país, aprovou a produção e a venda de um "carro voador", capaz de carregar duas pessoas e que anda pela rua como um veículo comum e também consegue voar. Para pilotar a máquina, que deve chegar ao mercado no fim do ano que vem por R$ 350 mil(US$ 194 mil), será preciso tirar uma licença e ter no mínimo 20 horas de experiência de voo.
O carro, que se chama Transition, foi desenvolvido pela empresa Terrafugia com a ajuda de engenheiros do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). O veículo roda com gasolina comum e é capaz de voar a 185 km/h, por cerca de 740 km – para levantar voo, o Transition precisa correr em uma pista de 500 metros(cerca de um quarto do tamanho da pista principal do aeroporto de Congonhas, em SP).
Quando está de asas fechadas, o carro pode ser dirigido do modo convencional e cabe no que a empresa chama de "garagem de tamanho regular".
Esqueça a imagem do caminhoneiro que você está acostumado a imaginar até então, assim como dos próprios caminhões. Em 30 anos, o que vamos ver nas estradas não vão ser os barulhentos e rústicos veículos, mas grandes cargueiros com o que há de mais avançado em tecnologia, além de ecologicamente correto.
Ao menos é isso o que podemos ver no KAMAZ Flex Futurum, o conceito de um caminhão projetado pelos designers russos Elena Petrova e Konstantin Fedorov. Segundo eles, o veículo apresentado no projeto já seria algo possível para o ano de 2040.
Caminhão flexível
O grande destaque de Flex Futurum é a própria reinvenção do caminhão, principalmente no transporte de mercadorias. Em vez da tradicional carreta, onde a carga é levada, o novo veículo possui um sistema que modifica seu tamanho de acordo com a quantidade de material armazenado.
Com isso, o caminhão de 7,5 metros poderia chegar aos 20 m de acordo com aquilo que carrega. Essa variação seria feita graças à existência de uma membrana flexível em toda a estrutura, auxiliada por um sistema de cabos e vigas laterais que controlam essa movimentação.
Adeus fumaça
Outro elemento do caminhão tradicional que deve dar adeus com o Flex Futurum é a grande quantidade de fumaça, gerada principalmente pela queima de óleo diesel.
O veículo-conceito possui motores elétricos alimentados de células de hidrogênio. Isso resultaria em um transporte de cargas livre da emissão de poluentes, além de ter um rendimento muito maior do que os caminhões atuais.
Seria uma troca vantajosa para todos os lados já que, além de não expelir fumaça, o motor existente no Flex Futurum apresenta maior autonomia de combustível, necessitando ser reabastecido com menos frequência.
Total conforto ao caminhoneiro
Mas não é apenas na estrutura que o Flex Futurum revoluciona. Além das novidades já apresentadas, o conceito transforma a boleia do caminhão em um verdadeiro centro de comando com tecnologias dignas da série Jornada nas Estrelas.
Primeiramente, o caminhoneiro deixa de ser a peça fundamental do controle do veículo. Como possui um sistema inteligente de locomoção, o motorista serve apenas para realizar pequenas interferências no percurso quando necessário. Enquanto isso não é requisitado, o Flex Futurum movimenta-se com uma espécie de piloto automático.
Contudo, não é porque deixou de pilotar o caminhão que o condutor perdeu seu lugar no cargueiro do futuro. Assim como no restante das mudanças, a cabine foi transformada e recebeu diversos elementos de alta tecnologia. O para-brisa, por exemplo, transformou-se em um painel que exibe informações, como nível de combustível e dados sobre o percurso.
Por fim, o caminhoneiro tem a seu dispor tudo o que precisar, como banheiro, cozinha e até mesmo um quarto. Isso torna possível a realização de viagens longas sem a necessidade de paradas ou da utilização de estimulantes que forcem o motorista a permanecer acordado.
O Mercedes-Benz SLS com o motor dormindo já chama a atenção por natureza. O carro tem 4,62 m de comprimento e apenas 1,26 m de altura. O charme da abertura das portas para cima (daí o apelido Asa de Gaiova) congela a todos que rodeiam o bólido. A Mercedes-Benz alerta: em caso de capotagens uma presilha-dobradiça “inteligente” desprende a porta automaticamente. Lógico que isso é uma das últimas coisas que imaginaríamos acontecer: “ver um Asa de Gaivota de cabeça para baixo”.
Antes de dar a partida para rodar com o Mercedes-Benz SLS no autódromo que sedia o GP Brasil de Fórmula 1, o capô foi aberto para espiar o V8 de 571 cv. SLS foi uma versão do 300 SL criada em 1957 para competições. SL, aliás, significa Sport Leicht, ou Esportivo Leve. E ele era realmente um peso pluma, com 1.093 kg. No caso da versão moderna, a concessão a equipamentos de conforto e a necessidade de adotar sistemas de segurança elevou o peso do veículo para 1.620 kg. A proporção entre peso e potência, de todo modo, favorece o modelo atual. São 571 cv para 1.620 kg, ou 2,8 kg/cv, contra 215 cv para 1.093 kg do 300 SL, uma relação peso/potência de 5,1 kg/cv.
O arranque inicial
De acordo com a Mercedes-Benz, o SLS pode chegar à máxima de 320 km/h (controlados eletronicamente) e ir de 0 a 100 km/h em 3,8 s.
Pode-se perceber que além de ser um modelo divertido, o SLS leva o motorista a possibilidade da utilização extrema de um traçado. Apesar do leve deslize, o SLS mostra que tem garras e espaço para controlar as fraquezas dos humanóides braços duros. A sopa de letrinhas de segurança é bem vasta: <<"ESP ON", "ESP SPORT" e "ESP OFF">> ABS e ASR.
Coração saindo pela boca
A versão em que o WebMotors rodou é a Racer. Os itens do modelo que custa US$ 440 mil são freios de cerâmica, kit de carbono e banco concha. Com o corpo bem apoiado, o piloto consegue aproveitar melhor a sensação da força “G” (unidade de aceleração que é aproximadamente igual à aceleração devida à gravidade na superfície da Terra).
Um detalhe da distribuição de peso do SLS está no sentido de que o V8 de 6,2 litros é montado atrás do eixo dianteiro, o que favorece a distribuição de peso, ideal para um carro de tração traseira: 47% dele está na frente e 53% atrás. Ou seja, mesmo que o SLS tente escapar, a correção é imediata.
A transmissão de sete marchas do SLS tem câmbio de dupla embreagem, e é colocada no eixo traseiro para oferecer maior equilíbrio e desempenho. No console central, no primeiro botão, próximo a alavanca de câmbio, é possível selecionar as características de condução: "C" (Controlled Efficiency), "S" (Sport), "S+" (Sport plus) ou "M" (Manual).
FICHA TÉCNICA – Mercedes-Benz SLS AMG
MOTOR
Quatro tempos, V8, 4 válvulas por cilindro, 6.208 cm³, taxa de compressão 11.3 :
A marca japonesa Nissan lançou o primeiro carro do mundo que pode ser controlado por um smartphone.
O inovador Nissan Leaf é equipado com um sistema onde o ar condicionado pode ser programado usando um celular como o iPhone. Com apenas alguns cliques, os motoristas podem descobrir como está a energia da bateria do carro.
Além disso, quando você deixar as baterias do carro elétrico carregando, o carro manda uma mensagem quando a bateria estiver completamente cheia.
O carro ainda pergunta que temperatura o condutor quer ter dentro do carro, mesmo depois do porta-malas ter sido aberto.
- O sistema é uma ferramenta moderna que irá se tornar uma parte natural da experiência do proprietário de um Nissan Leaf. Nós queremos que o veículo seja um parceiro do motorista – disse Tooru Abe, chefe do produto japonês.
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Alan Patrick
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Automovel
Bugatti Veyron Pur Sang
Valor: US$ 2 milhões
Modelo exclusivo com edição limitada de apenas 5 unidades. Totalmente feito de alumínio e fibra de carbono, o Bugatti não tem pintura. É considerado o carro mais rápido do mundo, atingindo velocidades superiores a 400 km/h.
Esses carros estão muito zuados, era melhor ter deixado original mesmo ... mas pode ser que alguém tenha gostado de algúm deles, cada um tem seu gosto néh !? E gosto não se discute ...